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O INVENTOR DO PRIMEIRO VIBRADOR

Já se perguntou alguma vez quem poderia ter sido o génio que inventou o vibrador?

Poise foi criado em 1869 pelo Dr. George Taylor.

Num seculo onde o desejo sexual das mulheres era tratado como doença ou exagero, o vibrador foi apresentado como a cura.

Não é necessário recuar muito no tempo, o vibrador foi inventado em 1869 para ajudar no tratamento de sintomas atribuídos a uma doença conhecida como “histeria” na época.

Demorou até que o orgasmo feminino fosse aceite, a psiquiatria abolisse conceitos antigos e o acessório ocupasse um espaço na gaveta de mulheres completamente saudáveis, e sem a tal doença citada como “histeria”

Aparelho curioso não?

Mais na época era o futuro.

Mal sabiam que isso transformaria a sexualidade do ser humano.

Ate porque os conhecidos “Sex Toys” hoje em dia fazem muito sucesso.

E não é pra menos, alguém que já tenha experimentado há de dizer.

 

 

 

                                                 

 O conhecimento das mulheres

No século IXX, mulheres que apresentavam sintomas de irritabilidade, insónia, ansiedade, dores de cabeça, choro, falta de apetite, entre outros, eram diagnosticadas com “histeria” na época.

Uma doença que para psíquica era tida como exclusivamente feminina. O problema, acreditava-se, era causado por perturbações no útero. Eram um tanto inconscientes nessa epoca, tanto os homens quanto mulheres.

Sendo assim, para aliviar a “histeria” como diziam antigamnete, o tratamento recomendado era a massagem no clitóris, feita directamente pelo médico, em consultório.

Com as mãos, o médico estimulava no toque a paciente até que ela atingisse o “paroxismo histérico”, conhecido hoje por nos como orgasmo.

Depois de umasessão de gemidos e gritos, a mulher ficava mais calma, e os sintomas desapareciam – pelo menos por um tempo.

Porem esse mesmo tratamento já havia sido indicado muito antes, em 1653, pelo médico Holandês Pieter Van Foreest, quando publicou um Capitulo sobre doenças femininas.

Para a histeria, Foreest aconselhava o auxílio de uma parteira para realizar a massagem no Clitoris, com um dedo dentro na vagina, usando óleo de lírios como lubrificante.

E as mulheres passaram a encher os consultórios médicos em busca da “cura”.

E os médicos passavam horas masturbando as suas pacientes, preocupados com a sua saúde. Entretando eles tinham falta de conhecimento, para com oque realmente era o orgasmo. E para que servia.

O orgasmo feminino não era reconhecido devido ao machismo de não conceber a mulher como um ser capaz de expressar os seus desejos e satisfações sexuais. “A sexualidade feminina sempre sofreu com a repressão, principalmente porque para eles o órgão sexual na mulher era puramente para procriação.

Mas a massagem clitoriana era uma tarefa difícil, e muitas pacientes demoravam horas para atingirem o tal “paroxismo histérico”.

Com isso, os médicos começaram a ter problemas nas mãos devido ao esforço repetitivo, e novas alternativas passaram a ser testadas. A primeira delas foi um jacto de água directamente no clitóris. Como o método não rendeu bons resultados, um acessório diferente foi inventado, o Vibrador, ou também conhecido por Diudo.

 

                                                         

 

 

O médico americano George Taylor patenteou, em 1869, o primeiro vibrador, a vapor, obrigada Dr, muito boa ideia.

Deu o nome de ”The manipulator”. Embora fosse um aparelho grande, levava as mulheres ao orgasmo mais rapidamente, permitindo aos médicos descansar as mãos e atender mais pacientes.

E então os vibradores deixaram de ser usados apenas nos consultórios médicos, e as mulheres passaram a tratar a “histeria” por assim dito em casa.

Ainda assim, o conceito de que aqueles sintomas caracterizassem uma doença só foi abolido pela Associação Americana de Psiquiatria em 1952.

Mais quanta demora para entender que era só o corpo feminino a ter prazer.